Carlos Paião representando Portugal no Eurofestival em 1981.
domingo, 2 de março de 2008
Vídeo da Semana
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domingo, 10 de fevereiro de 2008
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Tori Amos num anúncio de cereais, muitos anos antes de Cornflake Girl.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Whatever happened to Reny de Oliveira?
A recente história à volta da (ridícula) mudança de visual de Luciana Abreu, da sessão fotográfica que esta fez para a FHM e do seu subsequente despedimento do programa infantil que desejava fazer trouxe-me à memória a minha heroína de infância, a Emília do Sítio do Picapau Amarelo, que na versão original dos anos 70/80 (mil vezes melhor do que a versão mais recente, que se resumia a "requentar" as histórias originais) foi interpretada pela actriz Reny de Oliveira. Tal como a Luciana, Reny desejou fugir à imagem daquela boneca de trapos fala-barato assim que saiu da série, fazendo uma sessão fotográfica igualmente ousada... e nunca mais se ouviu falar dela.
Ao fazer esta ligação entre as duas (embora considere a Reny superior à Luciana em todos os aspectos, ou não fosse ela o rosto que obliterará na minha mente - e na da maior parte dos fãs do Sítio - todas as outras actrizes que interpretaram a Emília) senti curiosidade em descobrir o que foi feito daquela miúda. Após alguma pesquisa, descobri que Reny, ao ver todas as portas fecharem-se na sua cara, desistiu do mundo artístico, vivendo agora nos Estados Unidos.
No caso da Luciana Abreu, não me aquece nem arrefece que ela se tenha deixado deslumbrar pela fama ao ponto de se transformar, de acordo com uma amiga minha, numa "Barbie derretida". No caso da Reny, porém, tenho pena. Felizmente, aquela versão do Sítio é intemporal, e a imagem daquela boneca resistirá nas memórias das pessoas muito depois da Floribella ter sido esquecida mesmo pelos fãs mais acérrimos.
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domingo, 3 de fevereiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
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Stephen Fry e Emma Thompson na pele dos poetas Robert e Elizabeth Barrett Browning.
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domingo, 13 de janeiro de 2008
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Descoberto no blogue do Filipe Homem Fonseca:
O Nuno Markl devia ver isto...
E não, eu também não posso com a gaja. Mesmo assim, isto fez-me rir.
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domingo, 30 de dezembro de 2007
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Peço desculpa pelo atraso. O Lírio retomará os seus posts regulares em breve.
Vincent Price canta uma versão do clássico You've Got a Friend, de James Taylor.
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domingo, 23 de dezembro de 2007
Vídeo da Semana
Como esta semana estreou a versão cinematográfica de Alvin e os Esquilos, e como a Antena 3 tem andado a tocar a música de Natal do filme com bastante regularidade nestes últimos dias, escolhi para esta semana a versão original dessa música:
Acho especialmente interessante ver o quanto as personagens evoluíram nestes 46 anos. Desde os esquilos gorduchos e meio toscos do clip, em 1961, aos bonecos mais estilizados da série que passou em Portugal na década de 90...
...até aos esquilos 3D deste novo filme:
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Vídeo da Semana
Acabei de encontrar um sketch dos Goddies, datado de 1972, que há muito se julgava perdido:
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Como o tempo passa...

Mais alguém se lembra da série Kids Incorporated (em português, Miúdos e Companhia), que passou na RTP em meados dos anos 80?
Para quem nunca viu, Kids Incorporated era um grupo de putos que cantava versões de músicas conhecidas. A série não era nenhuma obra-prima, mas tinha a sua piada, e de certeza que deixou saudades a muito miúdo que na altura viu.
Como é normal na televisão, muitos dos miúdos desapareceram com o final da série, embora alguns tenham conseguido resistir por algum tempo ao estigma de terem sido um "kid inc.", como Martika (de vestido vermelho na fotografia), que teve uma breve carreira a solo no início dos anos 90, caindo então no esquecimento, e Mario Lopez, que depois interpretou AC Slater na mítica Saved By The Bell (Já Tocou).
Porém, apenas duas kids se mantêm na ribalta actualmente. Uma delas é Jennifer Love Hewitt (a Melinda de Entre Vidas), que fez parte dos Kids numa fase tardia da série (fase essa que não me lembro de ter passado por cá). A outra é a menina loirinha com ar de Nenuco da fotografia de cima, Stacy Ferguson, que era o "bebé" do elenco original e a favorita de muitos fãs, e que agora responde pelo nome de Fergie (sim, a Fergie dos Black Eyed Peas).
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domingo, 4 de novembro de 2007
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Um momento genial de um episódio dos Goodies.
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Cease to Exist
Estreia hoje à noite (mais precisamente, às 00:35), a mini-série O Caso de Sharon Tate, que descreve o brutal massacre que ocorreu em Agosto de 1969 na mansão do realizador Roman Polanski, às mãos da "Família" de Charles Manson.
Esta mini-série é baseada no livro Helter Skelter, da autoria de Vincent Bugliosi, cujo título nos leva imediatamente à fixação de Manson pela música dos Beatles e aos excertos de letras de músicas do grupo inglês encontrados escritos a sangue nas paredes da mansão. Porém, o que muita gente não sabe (e que espero ver referido nesta série) é que foram os Beach Boys, muito mais do que os Beatles, a motivação por detrás deste crime.
Para aqueles que não conhecem esta parte da história, eis uma pequena explicação: tal como Hitler era um pintor fracassado, Charles Manson era um músico falhado. Após uma série de rejeições da parte de outros músicos e produtores discográficos, Manson teve a "sorte" de conhecer Dennis Wilson e Terry Melcher (o baterista e o produtor dos Beach Boys, respectivamente), que acolheram algumas das suas ideias entusiasticamente. Uma dessas ideias era a música Cease to Exist, que os Beach Boys gravaram para o álbum 20/20 (1968), mudando-lhe o título para Never Learn Not to Love e retirando qualquer referência a Manson nos créditos. Como devem imaginar, isto chateia uma pessoa - e quando essa pessoa é um psicopata sem escrúpulos, é melhor não o chatearem.
E como é que este roubo se liga ao massacre? Bem, é que Roman Polanski e Sharon Tate tinham comprado a mansão a Terry Melcher, o que leva muita gente a crer que Melcher e a sua namorada de então (a actriz Candice Bergen) eram as vítimas originais. A "Família" não sabia disto e, consequentemente, Sharon e os amigos pagaram caro por algo que não haviam feito.
Para os mais curiosos, aqui está Never Learn Not to Love:
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domingo, 21 de outubro de 2007
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Este é, sem sombra de dúvida, um dos melhores sketches dos Monty Python.
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domingo, 14 de outubro de 2007
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Um dos momentos mais memoráveis de Saturday Night Live.
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Raul Durão morreu esta madrugada.
Ao saber disto, a minha primeira reacção foi pensar que agora ele já não irá à próxima Gala de Tesourinhos Deprimentes defender a sua prestação no Palavra Puxa Palavra. Sinto-me uma pessoa mesmo mazinha agora...
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domingo, 7 de outubro de 2007
Vídeo da Semana
Os mais saudosistas podem encontrar a versão original aqui.
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sábado, 6 de outubro de 2007
20 anos depois...
A RTP Memória estreia hoje, às 21.45, a série Humor de Perdição, de Herman José. Convém referir que será a primeira vez que é transmitida integralmente, já que em 1988 foi abruptamente interrompida, num vergonhoso regresso à censura - e, embora os episódios finais tenham (muitos anos) mais tarde sido transmitidos (fazendo os fãs questionarem-se onde estaria o tal escândalo no infame - e bastante inofensivo - sketch da Rainha Santa Isabel que alegadamente terá sido a base do incidente), nunca foi possível vê-la do princípio ao fim.
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domingo, 2 de setembro de 2007
As duas musas de Agosto
Desde que me conheço como gente, Agosto tem sido para mim o mês da Marilyn Monroe. Tal como dava todos os Natais o Música no Coração, em Agosto a RTP dedicava sempre um ciclo com pelo menos quatro filmes da Marilyn, às vezes com um documentário como bride para os fãs mais dedicados. E eu, apesar de nunca ter sido fã aguerrida da mulher, sempre gostei de filmes clássicos (e de qualidade), acabava sempre por devorar aquilo, ficando especialmente deliciada nos anos em que resolviam dar o meu favorito, Quanto Mais Quente Melhor.
Porém, de alguns anos para cá, a homenagem a Marilyn em mais um aniversário da sua morte tem vindo a diminuir, apesar do aumento de canais, que poderiam levar a um número ainda maior de filmes a ser exibidos. Nestas últimas semanas (e principalmente nesta que está a terminar, que atravessei com uma gripe de todo o tamanho) finalmente apercebi-me da razão: Marilyn foi destronada por outra figura icónica que também teve o azar de morrer neste mês, a Princesa Diana. Talvez seja a gripe, aliada ao facto de eu nunca ter sido grande fã da mulher, a aumentar a minha irritação, mas os constantes anúncios, reportagens e demais referências à morte desta na televisão, aliados a uma quase ausência da Marilyn (até o pobre Elvis, eternamente na sombra da loirinha na lista dos falecidos do mês a homenagear, teve mais tempo de antena do que ela este ano, se bem que apenas por se terem comemorado os 30 anos da sua morte e um número redondo ficar sempre bem) funcionaram como unhas a riscar uma ardósia na minha cabeça. E, apesar de este ter sido também o ano 10, tendo o mesmo efeito de número redondo para a Diana que teve para o Elvis, no caso dela duvido que para o ano as coisas voltem ao normal e Marilyn volte a ser a estrela do mês.
E agora que penso nisso, acho que este natal já não deu o Música no Coração - ou deu?
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domingo, 26 de agosto de 2007
Pobres crianças...
Há pouco tempo, comentei sobre o casal chinês que tentou dar o nome @ ao pobre filho. Hoje, ao ler um artigo no público sobre a febre dos nomes únicos, lembrei-me de pesquisar os nomes que as celebridades (grandes culpadas desta febre) dão às pobres criancinhas, e o resultado foi este:
Erykah Badu - um filho com Andre Benjamin (mais conhecido por Andre 3000), Seven Sirius, e uma filha com com Tracy Curry (The D.O.C.), Puma
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sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Séries a (re)ver
Deu-me de repente um ataque de nostalgia graças ao meu pai, que pegou numas cassetes que tinha quase estragadas, passando o seu conteúdo para DVD (e assim preservando o melhor que podia as séries há muito esquecidas mas também ganhando um pouco mais de espaço lá em casa). Isto fez-me pensar nas séries que não vejo há anos mas que adoraria rever, assim como outras que conheço apenas de ouvir falar mas que tenho imensa curiosidade em descobrir. Quem sabe, se se mandar um mail à RTP Memória, não ressuscitam algumas destas pérolas?
Os Anjos de Charlie
Para quem só conhece os filmes, talvez seja interessante fazem "arqueologia" e descobrir a série que começou tudo. Quando o primeiro filme estreou nos cinemas, saiu um DVD com três episódios mas, para além disso... nada. Uma falha terrível.
Hermanias
O Tal Canal passou recentemente, mas faz falta rever este. Há toda uma geração que não conhece as músicas de Carlos Paião nem o impagável cameraman.
Mister Solo
Esta é uma das séries que nunca vi, mas são tantos os elogios que ouço dos fãs que, desde criança, sinto uma curiosidade irresistível. Há poucas semanas, "pedi emprestado" um DVD que o meu pai comprou na Amazon com algumas longas-metragens da série (infelizmente, por enquanto, esta caixa é a única disponível neste formato em todo o mundo, no que diz respeito a esta série) e adorei. Está no meio-termo entre James Bond e Olho Vivo (a entrada para o quartel-general da organização para a qual Napoleon Solo trabalha, a U.N.C.L.E., até tem aquela confusão de portões da CONTROL de Maxwell Smart) e, apesar de ser uma série de acção ao nível de Missão Impossível e não uma sitcom, não se leva a sério e tem imensos momentos de humor.
Já agora, para os fãs de NCIS - Investigação Criminal: o loirinho da direita é interpretado por David McCallum, o Ducky de NCIS. Como eles crescem...
A Mansão dos Marblehead
Eu adorava ver isto quando passava no Agora Escolha. Infelizmente só durou uma temporada, pois era uma autêntica preciosidade em termos de humor. Foi o meu primeiro contacto com Michael Richards, o Kramer de Seinfeld, que aqui interpretava um jardineiro tímido e meigo.
Missão Impossível
A RTP Memória passou recentemente a série original, feita nos anos 60/70, mas a segunda série (início dos anos 90) é aquela que me deixa mais saudades...
Chefe Mas Pouco
Uma das cassetes que o meu pai "salvou" recentemente continha um episódio desta série. Vejam só como a Alyssa Milano era pequenina e fofinha!
Querido John
As saudades que eu tenho desta série, senhores...
Taxi
Novamente Tony Danza e Judd Hirch, se bem que, para mim, as estrelas eram Andy Kaufman (vejam o magnífico Homem na Lua, de Milos Forman, se querem saber mais sobre este génio louco) e Christopher Lloyd. E, claro, o Danny DeVito num dos seus primeiros papéis.
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