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sexta-feira, 4 de maio de 2007

Já agora...

Ver as reportagens sobre Madeleine McCann, a menina inglesa que desapareceu em Lagos, está-me a dar algumas dores de cabeça. Será que aquela gente vai acertar com o nome da miúda? Já vi os repórteres a referirem-se a ela como Marlene, Mailey, Medley... Tudo, menos o nome certo.

OK, OK, como diria Pacheco Pereira, essa não é a questão essencial, mas mesmo assim... Acertem lá no nome, caraças!

Lapsus Linguae

Agora mesmo, no Telejornal, o repórter Rui Lopes da Silva ia dizendo "a Merdeira". Vá lá, não se desmanchou e aquilo saiu como "a Merdeir... a Madeira", pelo que não sei quantas pessoas terão reparado no lapso. O que é pena, porque a expressão funcionaria na perfeição para definir o governo de Jardim.

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quarta-feira, 2 de maio de 2007

"I was never a member of the Nazi party!"

Como já deu para perceber pelo mais recente Vídeo da Semana, sou uma grande fã de Mel Brooks. Ora, um dos meus filmes favoritos dele é The Producers, que em Portugal teve o seu título traduzido de duas formas: como O Falhado Amoroso e - o meu favorito - Por Favor Não Mexam Nas Velhinhas (mas quem é que se lembra de títulos destes?).
Muita gente, principalmente na minha geração, só conhece esta história devido à versão da Broadway e sua respectiva adaptação cinematográfica, o que é pena. É verdade que Nathan Lane é absolutamente genial como Max Bialystock nesta nova versão, e que muitos aspectos do filme original não conseguiram envelhecer assim tão bem; o caso mais gritante é Lorenzo St. Dubois, o Hitler de 1968, removido da história no musical por este se passar na década de 50 - mas também, reconheçamos, porque a personagem é a menos conseguida de todo o filme. Bem, há também a Ulla, que é unidimensional e irritante q.b. na versão original, mas enfim... Há essas falhas no filme original mas, em contrapartida, temos Gene Wilder como Leo Bloom (adoro o Leo de Matthew Broderick, mas a minha paixão por Wilder - que também interpretou, na minha opinião, um Willy Wonka superior ao de Johnny Depp - fala mais forte), o grande Zero Mostel como Max Bialystock, e um argumento tão perfeito que se mantém quase intacto em muitos momentos da nova adaptação.

Uma pesquisa ao YouTube permitiu-me encontrar a mesma cena nas duas versões, e acho que é bastante interessante (num ponto de vista absolutamente geeky, é claro) fazer uma comparação entre as duas, embora nesta cena específica eu acredite que a nova versão sai a ganhar - afinal, tem como novas adições Adolf, o Pombo Maravilha, e a magnífica Guten Tag Hop Clop.

1968:


2005:

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Hm.

Primeiro, Alberto João Jardim chamou a malta do continente de cubanos, quando ele é o Fidel Castro tuga.
Agora, junta Sócrates, Manuel Monteiro e Francisco Louçã no mesmo frasco, rotulando-os de fascistas.

Hm.

Mal posso esperar pelo dia em que ele chamar o Júlio Isidro de badocha careca, ou acusar o Cavaco de andar pelo Palácio de Belém vestido apenas com uma fralda (e ugggh, maldita seja eu por criar esta imagem mental!). É que, pelo andar das coisas, ele vai acabar por acusar toda a gente das coisas que ele próprio faz ou de tudo aquilo que ele próprio é.

Obras de arte (4)


As embalagens da Celestial Seasonings são antênticas obras de arte - e, na minha opinião, valem tanto a pena como o próprio chá, que é absolutamente viciante.

É obrigatório visitar...

...o projecto Angry Alien Productions, da autoria de Jennifer Shiman. Basicamente, são pequenos desenhos animados em que filmes célebres são re-interpretados... por coelhinhos!

Sou uma fã dedicada deste projecto desde que o site tinha apenas uma meia dúzia de filmes; agora, tem mais de 30, todos eles imperdíveis. Mas, de todos, recomendo especialmente os seguintes:

Pulp Fiction Borat Tubarão Guerra das Estrelas James Bond