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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Obras de arte (28)


Santa Catarina de Alexandria, de Rafael

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Obras de arte (27)


Time for a Trim 2, de Marc Johns

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Obras de arte (26)

Ancient of Days (God as an Architect), de William Blake


Ancient of Days (God as an Architect), de Susan Herbert


Estou neste momento a ler a obra-prima de Blake, Cantigas da Inocência e da Experiência, recentemente editada pela Antígona numa magnífica edição bilingue, contendo todas as gravuras do original.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Obras de arte (25)


Ana de Cleves, de Hans Holbein, o Jovem

Diz a lenda que, quando Henrique VIII resolveu casar-se pela quarta vez, mandou uma comitiva viajar por toda a Europa, para avaliar as damas solteiras das diversas cortes. Fazia parte da comitiva o pintor Hans Holbein, o Jovem, encarregado de pintar os retratos dessas damas para que o rei as avaliasse mais tarde.
De todas elas, a que mais agradou a Henrique VIII foi a alemã Ana de Cleves, pelo que o rei mandou que se realizasse o casamento assim que viu o seu retrato. O problema é que Holbein foi muito generoso nos trabalhos que fez durante esta missão, corrigindo alguns pontos mais inestéticos do aspecto das damas retratadas. Imaginem a surpresa do rei quando finalmente se viu frente a frente com a sua quarta esposa, e descobriu que ela afinal era mais feia que um cavalo...

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Obras de arte (24)

Grevy's Zebra, de Andy Warhol

sábado, 3 de novembro de 2007

Obras de arte (23)

Blue #4, de Viggo Mortensen

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Obras de arte (22)

Mãos em Oração, de Albrecht Dürer

Há uma lenda à volta desta gravura:
Como a família Dürer era muito numerosa, não havia dinheiro suficiente para Albrecht e o seu irmão, também artista, irem estudar para aperfeiçoarem o seu talento. Resolveram fazer então um pacto: tiravam à sorte, e o que ganhasse iria estudar enquanto o outro iria trabalhar nas minas para suportar o primeiro. Quando este terminasse o curso, trocavam de lugar e iria o segundo estudar enquanto o outro ia para as minas. Assim fizeram, e Albrecht ganhou.
Quando terminou os estudos, ganhando fama e prestígio ainda durante a sua formação, Albrecht regressou a Nuremberga para cumprir a sua parte da aposta e sustentar o irmão. Este chorou de comoção por ver que Albrecht não tinha fugido à sua palavra, mas disse-lhe que já era tarde demais: o trabalho que executara durante aqueles anos tinha sido tão árduo que danificou as suas mãos irremediavelmente, destruindo qualquer possibilidade de seguir também a vida artística. Comovido com o sacrifício do irmão, Albrecht tomou conta dele até ao fim dos seus dias, e imortalizou-o com esta imagem das suas mãos desfeitas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Obras de arte (21)

Já que os meus dois últimos posts foram de natureza shakespeariana, deixo-vos as visões de diferentes artistas sobre uma das mais célebres personagens do dramaturgo:


Ophelia (1775), de John Hamilton Mortimer



Ophelia (c. 1831), de Joseph Severn



La Mort d'Ophélie (1853), de Eugène Delacroix



Ophelia, de James Sant



Ophelia (1874), de Henry Nelson O'Neil



Ophelia (1894), de John W. Waterhouse

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Obras de arte (20)

A Virgem com dois anjos, de Fra Filippo Lippi


Madonna and Child, de Susan Herbert

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Obras de arte (19)


Ebony and White, de Erté

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Obras de arte (18)


Dom Quixote na Sua Biblioteca, de Gustave Doré

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Obras de arte (17)

Já que esta semana estou completamente imersa no último livro da série:


Mirror of Erised, de Mary GrandPre

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Obras de arte (16)


How Stick People Became Extinct, de Todd Goldman

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Obras de arte (15)

A estreia do filme Fantasmas de Goya fez-me recordar uma das minhas lendas favoritas da história da pintura. Digo "lendas" porque parece não haver base histórica para esta história da vida do pintor espanhol, mas mesmo assim é uma leitura interessante destes dois quadros.

Bem, mas vamos à história. Ao que parece, Goya era amante da Duquesa de Alba. Deste romance, nasceu o célebre quadro da Maja Despida:


Ora, o Duque descobriu que a esposa tinha posado para um quadro de Goya. E diz a lenda que o Duque era uma besta capaz de rebentar com o crânio de um gajo com o dedo mindinho. Ao saber que o homem andava à procura dele para ver o quadro, Goya fechou-se no seu estúdio à noitinha, regressando de manhã com a Maja Vestida:


É impressionante o que o medo faz a um homem, não é? Para algo feito em cima do joelho, é um trabalho impressionante...

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Obras de arte (14)


Two Sides, de Percy Wells

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Obras de arte (13)

Quarto em Arles, de Vicent Van Gogh

Bedroom at Arles, de Roy Lichtenstein

O Quarto do Chico Bento, de Maurício de Sousa

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Obras de arte (12)


Castrovalva, de M. C. Escher

Como fã geek de Doctor Who, esta litografia de Escher estará para sempre ligada, na minha memória, a essa série. As obras de Escher serviram de inspiração para uma aventura do bom Doutor em 1983 - aventura essa intitulada, precisamente, Castrovalva...

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Quando eu pensava já ter visto de tudo em matéria de notícias insólitas...

Dois leitões ingleses, Van Snout e Bottabelli, tornaram-se artistas consagrados, criando obras de arte comparáveis às de Jackson Pollock.

Se calhar, talvez não seja má ideia meter uns baldes de tinta e umas telas dentro do galinheiro cá da quinta para ver se também consigo ganhar uns trocos à custa das pessoas que compram destes quadros.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Obras de arte (11)


Alegoria com Vénus e Cupido, de Agnolo Bronzino

Esta obra foi adicionada à colecção de obras de arte do Lírio devido a este post do Nuno Markl (a propósito - fantásticas notícias que nos dá este rapaz, hã?).
E se não sabem qual a ligação entre o post do Markl e este quadro, olhem atentamente para a imagem. Se conhecem Monty Python, de certeza que já perceberam o que é; se não conhecem, pensem nisto como estar a jogar ao "onde está o Wally?".

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Obras de arte (10)


Giuditta che decapita Oloferne, por Artemisia Gentileschi


Susanna e i Vecchioni, por Artemisia Gentileschi

Artemisia Gentileschi é uma artista fascinante. Foi uma das primeiras mulheres conhecidas que singrou no mundo da arte (era contemporânea de Caravaggio) e sofreu devido a isso. Violada pelo seu mestre, Agostino Tassi, Artemisia foi submetida a imensas humilhações no julgamento de Tassi - incluindo ter sido torturada por ordem do juiz, como prova da sua honestidade. Enquanto Tassi, devido aos seus contactos em lugares elevados, viu a sua sentença reduzida de 5 anos para 4 meses, Artemisia sofreu inúmeras humilhações e viu-se obrigada a casar com um amigo da família para salvar a sua reputação (como é lógico, o casamento foi um desastre).
Essa experiência reflecte-se nas suas obras. Os seus trabalhos sobre a decapitação de Holofernes nas mãos de Judite mostram nitidamente a sua raiva (aliás, a Judite de Artemisia é sempre um auto-retrato) mas, na minha opinião, mais impressionante ainda é a sua visão sobre o assédio de Susana. Os outros artistas que trabalharam esta história mostram Susana em poses sedutoras (de acordo com o argumento nojento de que "ela estava mesmo a pedi-las"), mas Artemisia mostra a jovem tal como é apresentada no Antigo Testamento: uma vítima.